quinta-feira, maio 31, 2012
quarta-feira, maio 30, 2012
Série: Citações
O sentimento que opera a junção entre a moral e a ética é o auto-respeito.
Yves de La Taille.
Moral e ética: dimensões intelectuais e afetivas. Porto Alegre: Artmed, 2006.
terça-feira, maio 29, 2012
Série: Citações
Intimidade é coisa rara e prescinde de instruções. As revistas podem até fazer testes do tipo: “descubra se vocês são íntimos, marque um xis na resposta certa”, mas nem perca seu tempo, a intimidade não se presta a fórmulas, não está relacionada a tempo de convívio, é muito mais uma comunhão instantânea e inexplicável. Intimidade é você se sentir tão à vontade com outra pessoa como se estivesse sozinho. É não precisar contemporizar, atuar, seduzir. É conseguir ir pra cama sem escovar os dentes, é esquecer de fechar as janelas, é compartilhar com alguém um estado de inconsciência. Dormir juntos é muito mais íntimo que sexo.
Intimidade - Martha de Medeiros
Série: Citações
"Moço, cuidado com ela!
Há que se ter cautela com esta gente que menstrua...
Imagine uma cachoeira às avessas: cada ato que faz, o corpo confessa.
Há que se ter cautela com esta gente que menstrua...
Imagine uma cachoeira às avessas: cada ato que faz, o corpo confessa.
Cuidado, moço!
Ás vezes parece erva, parece hera
cuidado com essa gente que gera
essa gente que se metamorfoseia
metade legível, metade sereia."
Ás vezes parece erva, parece hera
cuidado com essa gente que gera
essa gente que se metamorfoseia
metade legível, metade sereia."
Aviso da Lua que menstrua - Elisa Lucinda
segunda-feira, maio 28, 2012
Retrospectiva
Um paralelo desses últimos anos.
2007 (18 anos)- Estava no ultimo ano do ensino médio. Mudei de cidade. Da água pro vinho. De Salvador da alegria pra Belém da tristeza. Chegando aqui comecei uma nova vida como me sugeriu meu amigo Márcio Sacramento. Foi tudo diferente, triste e azedo. Nunca tive contado com parentes e de uma hora pra outra minha casa vivia cheia de gente querendo saber da nossa vida. Demorei muito pra acostumar com todos aqueles rostos e gente tentando ser simpática comigo. Mas foi bom, pelos anos que passaram, só eu- meu irmão e meu pai e minha mãe juntos. Sei lá, hoje vejo que foi bom eu crescer longe de todo mundo, minha relação com minha família é muito estreita/aberta/direta e isso é algo raro hoje em dia, coisa que eu não vejo na casa dos meus amigos. Nesse ano conheci uma das minhas melhores amigas, a Kleyce, até hoje somos próximas, não como naquela época, mas é uma amiga que sei que vou levar pra vida toda e que posso contar e é claro, ela pode contar comigo também. Nesse ano não trabalhei, fiquei vadiando em casa e só indo pro colégio. Conheci bem a cidade, andando de ônibus por aí. Foi um ano legal, nem senti falta de namorar nem nada, mas as vezes ficava meio depressiva. Ainda fico quando penso que minha vida devia estar sendo muito melhor e produtiva lá em Salvador. Mas enfim, minha mãe tem 49 anos, ela merece viver no lugar que sentia saudades e eu posso muito bem me mudar pra lá quando quiser. Então foi justo.
2009-2010 (20/21 anos)- Meu pai me arrumou emprego numa concessionária de carros usados de um cara que vendeu um carro pra ele. Era um emprego legal, eu não fazia nada e só ficava no skype conversando com gente desconhecida e jogando café mania no Orkut. Tinha um namorado que se "abalou" da Bahia de todos os santos pra trabalhar de professor substituto na UFPA[ganhando uma miséria] só pra ficar perto de mim, mas terminamos por um monte de motivos que variam de divergência de idade até porque ele queria me meter um filho na minha barriga, ser papai e na época eu ficava - ah tá ok - mas não tinha coragem de dizer que eu ODEIO CRIANÇA, que não queria ser mãe, nem morar numa casa alugada imunda cheia de resíduos sexuais de outras pessoas. Deus me livre. Uma época ruim, escrota mesmo. Eu saía muito e simpatizava em "relacionamentos abertos e casuais". Torrava meu dinheiro em merda e soprava fumaça pro alto[no sentido figurativo]. Depois conheci o Marco, meu atual noivo. Fui feliz nesse tempo[Ainda sou], tudo com a gente se deu de uma forma natural, bacana. Depois vieram os problemas, a mulher, o filho, as maluquices da família dele. Ficamos noivos no dia 16/08/2010 poucos meses após começarmos a namorar, e eu acredito que vai dar certo nosso casamento. Já tenho vontade de ser mamãe, de casar, mas não quero morar em casa alugada.
Engraçado como as coisas mudam e de pouco em pouco você vai amadurecendo. Não tenho vergonha das coisas que aconteceram, mas não faria de novo.
2012 (23 anos)- Não estou trabalhando no mercado formal e estou tentando alavancar um negócio próprio [ESSE] junto com o Marco. Ele ta fazendo um curso de Rádio e Tv e acho que ele ficará realizado nesse meio profissional. Ainda continuo com problemas com a família dele, mas foda-se. Um dia daqui a alguns anos espero nem lembrar quem são eles, e esquecer suas feições e endereços[Cambada de pau no cu do caralho.] Não bebo, não fumo e parei com o refrigerante. Fiquei mais seletiva quando a amizade. Me acho mais bonita/magra e sensual agora, sem falar que sou bem mais inteligente e sagaz. Não troco um dia com o Marco por uma farra na madrugada. Minha melhor amiga ainda é a Kleyce e agora a Raphaelle que deve ser a 2° pessoa mais presente na minha vida. Caramba, eu amo muito a Rapha! Amo meus amigos de estimação. Fiquei mais caseira e sou muito feliz assim. E é claro me dou muito bem com meus pais. E aprendi que é mais fácil dizer que concorda com alguém pra pessoa calar a boca e fazer as coisas do jeito que você quer do que tentar defender suas idéias e seus pontos de vista com unhas e dentes. A filosofia do "é, tens razão" evita dor de cabeça e no fim você ainda pode esfregar na cara da pessoa como você estava certo.
Sou adulta agora? Ou só estou ficando mais realista e prática do que era a uns anos atrás.
Síndrome dos vinte e tantos anos? Sei lá.
2007 (18 anos)- Estava no ultimo ano do ensino médio. Mudei de cidade. Da água pro vinho. De Salvador da alegria pra Belém da tristeza. Chegando aqui comecei uma nova vida como me sugeriu meu amigo Márcio Sacramento. Foi tudo diferente, triste e azedo. Nunca tive contado com parentes e de uma hora pra outra minha casa vivia cheia de gente querendo saber da nossa vida. Demorei muito pra acostumar com todos aqueles rostos e gente tentando ser simpática comigo. Mas foi bom, pelos anos que passaram, só eu- meu irmão e meu pai e minha mãe juntos. Sei lá, hoje vejo que foi bom eu crescer longe de todo mundo, minha relação com minha família é muito estreita/aberta/direta e isso é algo raro hoje em dia, coisa que eu não vejo na casa dos meus amigos. Nesse ano conheci uma das minhas melhores amigas, a Kleyce, até hoje somos próximas, não como naquela época, mas é uma amiga que sei que vou levar pra vida toda e que posso contar e é claro, ela pode contar comigo também. Nesse ano não trabalhei, fiquei vadiando em casa e só indo pro colégio. Conheci bem a cidade, andando de ônibus por aí. Foi um ano legal, nem senti falta de namorar nem nada, mas as vezes ficava meio depressiva. Ainda fico quando penso que minha vida devia estar sendo muito melhor e produtiva lá em Salvador. Mas enfim, minha mãe tem 49 anos, ela merece viver no lugar que sentia saudades e eu posso muito bem me mudar pra lá quando quiser. Então foi justo.
2009-2010 (20/21 anos)- Meu pai me arrumou emprego numa concessionária de carros usados de um cara que vendeu um carro pra ele. Era um emprego legal, eu não fazia nada e só ficava no skype conversando com gente desconhecida e jogando café mania no Orkut. Tinha um namorado que se "abalou" da Bahia de todos os santos pra trabalhar de professor substituto na UFPA[ganhando uma miséria] só pra ficar perto de mim, mas terminamos por um monte de motivos que variam de divergência de idade até porque ele queria me meter um filho na minha barriga, ser papai e na época eu ficava - ah tá ok - mas não tinha coragem de dizer que eu ODEIO CRIANÇA, que não queria ser mãe, nem morar numa casa alugada imunda cheia de resíduos sexuais de outras pessoas. Deus me livre. Uma época ruim, escrota mesmo. Eu saía muito e simpatizava em "relacionamentos abertos e casuais". Torrava meu dinheiro em merda e soprava fumaça pro alto[no sentido figurativo]. Depois conheci o Marco, meu atual noivo. Fui feliz nesse tempo[Ainda sou], tudo com a gente se deu de uma forma natural, bacana. Depois vieram os problemas, a mulher, o filho, as maluquices da família dele. Ficamos noivos no dia 16/08/2010 poucos meses após começarmos a namorar, e eu acredito que vai dar certo nosso casamento. Já tenho vontade de ser mamãe, de casar, mas não quero morar em casa alugada.
Engraçado como as coisas mudam e de pouco em pouco você vai amadurecendo. Não tenho vergonha das coisas que aconteceram, mas não faria de novo.
2012 (23 anos)- Não estou trabalhando no mercado formal e estou tentando alavancar um negócio próprio [ESSE] junto com o Marco. Ele ta fazendo um curso de Rádio e Tv e acho que ele ficará realizado nesse meio profissional. Ainda continuo com problemas com a família dele, mas foda-se. Um dia daqui a alguns anos espero nem lembrar quem são eles, e esquecer suas feições e endereços[
Sou adulta agora? Ou só estou ficando mais realista e prática do que era a uns anos atrás.
Síndrome dos vinte e tantos anos? Sei lá.
Série: Citações
O mundo não é um grande arco-íris. É um lugar sujo e cruel, que não quer saber o quanto que você é durão, vai botar você de joelhos, e você vai ficar de joelhos para sempre se você deixar. Você, eu, ninguém vai bater tão duro como a vida. Mas não se trata de bater duro, se trata de quanto você agüenta apanhar e seguir em frente; o quanto você é capaz de agüentar e continuar tentando. É assim que se consegue vencer! Agora, se você sabe o seu valor, então vá atrás do que você merece, mas tem que ter disposição para apanhar, e nada de apontar dedos e dizer que você não consegue por causa dele, ou dela, ou de quem seja! Só covardes fazem isso, e você não é covarde! Você é melhor do que isso!”
ROCKY BALBOA
domingo, maio 27, 2012
sábado, maio 26, 2012
Download 99%
Como é bom você parar, pensar, analisar e concluir que está bem.
Fechando um leque de problemáticas e sentimentos negativos.
Me sinto livre/amada/desejada/querida pelas pessoas que interessam.
quarta-feira, maio 23, 2012
terça-feira, maio 22, 2012
segunda-feira, maio 21, 2012
Qualquer coisa.
Sem muito pra escrever. Sufocada pelas responsabilidades. Ser a melhor. Dar exemplo. Dar um jeito.
Mau de brasileiro.
Eu e o Marco nos acertamos como sempre. Parece uma Big novela chata, mas até que não é.
Sei lá. Ser feliz é bom. Fazer alguém feliz é bom também. Deve ser o "sentido da vida".
Oficina no Iap começou. Tudo legal, só fiquei chateada em não terem me avisado a tempo da mudança de horário. Ah que ódio! Em tempos de tecnologia o ser humano não comunicar o outro por um sms é demais. Enfim. Fiz quatro boas fotos[que estão no meu flickr aqui: http://www.flickr.com/photos/iiingrid/sets/72157629793491350/ ]espero ouvir algo de bom delas. Sério, acho absurdo e me sinto no inferno quando ouço alguém dizer que a câmera tem 5mil clicks. Acho que vou trocar de câmera e nunca vou ter tantos cliques assim. Malditos 5mil clicks.
Promessas. Dever ser a palavra mais usada entre os evangélicos. Enfim. Espero mesmo que o Marco [vou escrever em inglês para dificultar espionagem o/] Recomeçando. I hope that Marco even go in public defender and fuck with that bitch's ex wife. Serious! if god exists, it will do to end this bitching. I can not stand to listen to idiocy about this woman. And do not take any more look at her asshole face ugly nor the children she of bore.
Dessa vez eu espero que ele vá e RESOLVA.
Então. Voltando.
Vou dar um jeito[sempre dou mesmo] de divulgar mais minha empresa. [Que está online aqui: https://www.facebook.com/algodaodocebelem.
Não tenho mais o que escrever.
Vou pro Iap agora.
So long.
domingo, maio 13, 2012
Mãe
Xerox
Não estou conseguindo conviver bem com esse gosto amargo que surgiu na minha boca a alguns minutos atrás.
A vida é mesmo incrível, uma hora você está lá, vivendo sua vida, se sentindo feliz.
Gostando daquilo, de estar vivendo todos aqueles adjetivos bons, doces e felizes.
E de repente. Você acorda, é dia das mães, vai ao computador falar com alguém, sei lá...aquelas saudações de praxe. Abre seu blog, modera-os e os excluí, porque não gostou de nenhum. Abre o Google Reader, pra ler a vida dos outros e nota que um blog não está incluído na sua lista. Você inclui. Bela surpresa. Milhares de textos que você reconhece surgem do blog que você acabou de incluir na sua lista. Você se sente estranha. Deus! Eu conheço isso. Daí você entra no dilema, seu coração quer raciocinar á favor do individuo, mas a sua mente que é prática, fria e calculista, já tirou suas conclusões. Os textos se quer eram pra você, se quer um dia foram pra você. O que você recebeu foram meras cópias com adequações fajutas.
Xerox.
Você viveu de cópias? Sim porque o ser nem se deu ao trabalho de escrever um novo texto, afinal aquele já estava pronto mesmo e você não deve mesmo merecer mais que meras cópias.
Ironicamente você ri, pelo menos são alguma coisa.
Você se esforça, trabalha duro [como diz lá na Bahia "trabalha que nem puta no Carnaval"], se esforça.
Mas pra quê?
Mas é assim mesmo, a gente vai se esforçando, trabalhando. Vivendo nossas vidinhas sacanas, tentando o melhor, mas sempre, sempre, sempre se fodendo, fodendo e se fodendo, como num círculo vicioso. O que fazer agora? Matar? Morrer, ou voltar para Pasárgada? Eu fico com a terceira opção. Mais cedo ou mais tarde sempre acabo voltando, é mais seguro.
Talvez agora blog, nos tornemos mesmo melhores amigos. Terei tempo livre.
Quanto mais se escreve, menos se vive.
O inverso é verdadeiro.
sexta-feira, maio 11, 2012
Observando
É bom se sentir pequena, quase imperceptível. Assim eu me entrego a esse belo exercício que é observar. Me doou mais aos meus interesses. Assim me sinto bem, muito bem.
Nem todas as áreas da minha vida estão funcionando. Vivo com 50% da capacidade.
Tenho uma família bacana, que me apoia em 60% das minhas escolhas, penso ser melhor do que nada, enfim, mas só o fato da minha mãe andar implicando com meu noivo já me irrita demais. Mas. Não vou ficar falando nisso, me recuso.
Tenho bons amigos, saúde, bons hábitos, amor, sexo, fé.
Acordei otimista, sei lá. Outras coisas virão com o tempo, na hora certa. Sem desespero, sem tortura. E quando isso chegar. Estarei realizada. É bom receber as coisas de coração. aberto. Apenas espero estar fazendo as coisas corretamente. Isso somente o tempo dirá, mas com minhas observações ativas percebi que aproveito e valorizo minha vida muito mais que a maioria das pessoas que conheço. É uma conclusão triste.
A lenda Cherokee dos Dois Lobos - e eu.
Os Dois Lobos
Uma noite, um velho índio cherokee contou ao seu neto sobre a batalha que é travada no interior das pessoas.
Ele disse:
- Meu filho, a batalha é entre dois lobos que vivem dentro de cada um de nós. Um deles é maligno. É raivoso, invejoso, ciumento, ressentido, lamurioso, cheio de autopiedade, ganancioso, avarento, agressivo, arrogante, orgulhoso, mentiroso, egoísta.
O outro é bom. É pacífico, alegre, amoroso, tranquilo, sereno, humilde, amável, verdadeiro, benevolente, generoso, corajoso, compassivo.
O neto pensou sobre isso por um minuto e então perguntou ao avô:
- Qual dos lobos vence?
O velho cherokee simplesmente respondeu:
- Aquele que você alimenta.
Ele disse:
- Meu filho, a batalha é entre dois lobos que vivem dentro de cada um de nós. Um deles é maligno. É raivoso, invejoso, ciumento, ressentido, lamurioso, cheio de autopiedade, ganancioso, avarento, agressivo, arrogante, orgulhoso, mentiroso, egoísta.
O outro é bom. É pacífico, alegre, amoroso, tranquilo, sereno, humilde, amável, verdadeiro, benevolente, generoso, corajoso, compassivo.
O neto pensou sobre isso por um minuto e então perguntou ao avô:
- Qual dos lobos vence?
O velho cherokee simplesmente respondeu:
- Aquele que você alimenta.
As vezes eu atinjo meus limites. Essa coisa de vai não vai, fica ou não fica, viaja ou não viaja está me saturando e eu acabei por sobrecarregar meu noivo com isso. Ficamos estressados, teimosos, birrentos, ranzinzas.
O que vai acontecer eu não sei e pra ser sincera nem quero saber, só quero continuar a nadar. Somente isso. É muito tarde pra pensar no que foi e no que virá. Além do mais tais pensamentos e possíveis atitudes não farão nenhuma diferença.
Se não der certo, é porque será o melhor e porque algo de grandioso nos espera mais no futuro.
Enquanto isso, vivemos felizes para sempre até o final do dia.
E alimentando o nosso lobo bom.
segunda-feira, maio 07, 2012
Recobrando a consciência
[Por RobMaia, em http://thirinhas.wordpress.com/2010/04/30/mentiras-que-os-homens-contam/ ]
Ás vezes eu sou assim. De uma praticidade [alguns chamam de frieza] tamanha que até eu me assusto comigo.
É bom ter conversas sinceras interiores. Elas fazem a gente enxergar todas aquelas verdades que durante muito tempo fingimos que não víamos. Todas aquelas luzes de alerta e perigo piscando em LED neon bem na minha frente, e eu me fazendo de cega.
Sei lá, você vai vivendo até relativamente um relacionamento. Altos e baixos. Contradições. Briga. Amor. Paciência. E todos aqueles adjetivos bons de se ler e sentir, mas chega uma hora que aparece um adjetivo super malvado, a criptonita do Superman.
A MENTIRA.
Isso é o fim de qualquer relação.
Você se dedica, abdica, briga, pelo sujeito e o mínimo que você espera em troca é que ele simplesmente abra a boca e conte-lhe sobre as decisões de sua vida. Afinal, você faz o mesmo e relacionamentos são trocas.
Não vou ficar me alongando nisso. Cada um tem aquilo que merece e ponto final.
Assinar:
Postagens (Atom)






