Uma noite, um velho índio cherokee contou ao seu neto sobre a batalha que é travada no interior das pessoas.
Ele disse:
- Meu filho, a batalha é entre dois lobos que vivem dentro de cada um de nós. Um deles é maligno. É raivoso, invejoso, ciumento, ressentido, lamurioso, cheio de autopiedade, ganancioso, avarento, agressivo, arrogante, orgulhoso, mentiroso, egoísta.
O outro é bom. É pacífico, alegre, amoroso, tranquilo, sereno, humilde, amável, verdadeiro, benevolente, generoso, corajoso, compassivo.
O neto pensou sobre isso por um minuto e então perguntou ao avô:
- Qual dos lobos vence?
O velho cherokee simplesmente respondeu:
- Aquele que você alimenta.
Ele disse:
- Meu filho, a batalha é entre dois lobos que vivem dentro de cada um de nós. Um deles é maligno. É raivoso, invejoso, ciumento, ressentido, lamurioso, cheio de autopiedade, ganancioso, avarento, agressivo, arrogante, orgulhoso, mentiroso, egoísta.
O outro é bom. É pacífico, alegre, amoroso, tranquilo, sereno, humilde, amável, verdadeiro, benevolente, generoso, corajoso, compassivo.
O neto pensou sobre isso por um minuto e então perguntou ao avô:
- Qual dos lobos vence?
O velho cherokee simplesmente respondeu:
- Aquele que você alimenta.
As vezes eu atinjo meus limites. Essa coisa de vai não vai, fica ou não fica, viaja ou não viaja está me saturando e eu acabei por sobrecarregar meu noivo com isso. Ficamos estressados, teimosos, birrentos, ranzinzas.
O que vai acontecer eu não sei e pra ser sincera nem quero saber, só quero continuar a nadar. Somente isso. É muito tarde pra pensar no que foi e no que virá. Além do mais tais pensamentos e possíveis atitudes não farão nenhuma diferença.
Se não der certo, é porque será o melhor e porque algo de grandioso nos espera mais no futuro.
Enquanto isso, vivemos felizes para sempre até o final do dia.
E alimentando o nosso lobo bom.
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